In this session is used to express and exchange ideas about music, film, life, philosophy, and other topics.
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24May
2008
Seja lá o que fortagged with: human , humanity , idea , philosophy , psychologyComments: 1 - leave a comment |
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Os humanos/eu vivem a vida a criar ideias fixas das coisas e depois invadem o território dos outros com as suas capacidades e ideias sem tentar mesmo entender o lado alheio.
Cada dia se fixam mais nas suas descobertas/crênças e moldam as suas realidades. E claro, os choques são inevitáveis. Para tentar entender mesmo o mundo dos outros vale a pena abster-nos de teimosias “realistas” do nosso conhecimento/mecanismo. Por mais parecências que tenhamos uns dos outros, somos todos diferentes e cada único faz parte dum reino variavel, complexo e justificado. Viver acreditando é quase o mesmo que viver enganado. O acreditar é a base da estadia nesta realidade que vemos e sentimos. Parece que acreditar é fundamental. Que estranho parece! Todos os anos fico diferente, percebo diferente e sinto diferente, qual delas é a verdadeira? Sim, todas, porque fazem todas parte da minha vida. Mas ali num certo lugar nenhuma sugiro eu. São apenas passagens de arrumações continuas. O quanto nos fixámos em profundas “realidades” que habitam o mundo com ideias e criações. Onde está a verdade? Em cada um? Em todos? Numa parte? Em tudo? Em nada? A ideia fixa, a verdade sagrada. A mim parece-me que a verdade é descrita por cada momento criado por algo ou alguém. Que fanáctico missionário me saí. Continuo passeando o caminho da vida fazendo vibrar as pessoas através das minhas ideias e acções. Deverei eu calar-me e dizer nada? Falarei eu de quê? Ai estes pensamentos que moldam formas e costumes! Ai a tradição! Que prisioneiro me tornei da minha própria fé, de uma moral que construí ao longo da vida segundo percepções variáveis. Estou eu no precipicio da minha indentidade? Estou eu tornando-me neutro? Como posso continuar crente na realidade da minha mente? Questiono tudo, então porque falo eu de tudo? Paro de questionar? Aquele silencio de que procuro, o silencio que “libertará o espirito”... Vivemos num mundo recheado de fanatismo e os fanáticos mais poderosos chegam à posição de poder e “aprisionam” os criminosos/inocentes que se atrevem a questionar a nova autoridade. Criámos morais baseadas em principios que parecem ser fundamentais ao bem estar humano. E aqueles que trazem a segurança, a “salvação” dos outros, chamamo-los de herois. Tanta coragem têm eles para quebrar barreiras com a sua “boa” fé e moral. Herois da humanidade, escravos da “verdade divina”, do bem, do positivo. |
on December 21, 2009
at 03:15 am said: